A exemplo de Harold Foster, Jean Graton, possui um completo arquivo
sobre automóveis de corridas e uma vasta documentação sobre
automobilismo, o que lhe permite criar suas histórias com grande
verosimilhança. Seu desenho é de ótima qualidade e bastante rico em
detalhes e os argumentos da série são perfeitos. Como Tin Tin, esse piloto
de fórmula 1 goza de muita popularidade na França e em toda Europa.
Michel Vaillant foi criado em 1.956 por Jean Graton e lançado na revista
Tin Tin, na França no mesmo ano. No Brasil,foi editado em album em
1.974, pela editora Vecchi.
JEAN GRATON - FRANÇA : Apaixonado pelo mundo
da Fórmula 1 -automóveis de corridas, motores e amigos pessoal de muitos
campeões, Jean Graton vem consagrando sua carreira de quadrinista ao
esporte do automobilismo. Em 1.957, ele criou para a revista Tin Tin as
aventuras de Michel Vaillant, piloto francês, que logo se transformou num
sucesso.
Embora muito duro para desenhar e fisionomia humana ( quase
todos os seus personagens são parecidos),Graton e sua equipe brilham
mesmo é na realização das cenas de ação,onde aparecem bólidos de
corrida,pistas internacionais e o delírio da velocidade. Os albuns de
Michel Vaillant já chegam a mais de 25,com edições pelo mundo inteiro.
Além disso,Graton tem uma personagem feminina, apaixonada pelas motos,
Julie Wood, igualmenete popular.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
"Robocop 2 " ........ RELEMBRANDO....... Parte ....... II ....... de ....... II
Pois bem. Miller elaborou um roteiro onde RoboCop seria apresentado e
substituído por um novo modelo, também construído a partir de um
organismo humano mutilado, só que com uma diferença : o novo supertira
teria de humano somente o cérebro, tornando-se assim, o protótipo da
máquina perfeita. Interessante, sem dúvida. Acontece que justamente aí
reside o principal defeito do roteiro de Miller : o tal cérebro
pertencia a um sujeito viciado em drogas, principalmente numa tal
"nuke", o que o transformava literalmente num monstrengo doidão.
Apelando para esse aspecto, Miller transformou a nova engenhoca num ser absolutamente antipático para o público. O objetivo só poderia ser esse, uma vez que o roteirista tinha que incentivar e enaltecer as qualidades do primeiro" RobCop". Acontece que, paralelamente a isso , o que Miller criou foi um amontoado de clichês absolutamente sem nexo, que transformou o filme numa comédia de pastelão. Na sequência em que o novo supertira é apresentado á imprensa, por exemplo, seu fabricante, o mesmo que fizera o primeiro modelo, esclarece que RoboCopo 2 carrega o cérebro de um perigoso bandido, viciado em drogas, e mostra uma capsula carregada com o tal "nuke".
Ao ver sua "comidinha" nas mãos do "papai-cientista", RoboCop2 imediatamente se agita no melhor estilo. Resultado : arma-se uma tremenda pancadaria, incentivada por uma cientista inescrupulosa, na verdade a responsável pela escolha do cérebro do bandido "Junkie". RoboCopo 2 descontrola-se, matando praticamente todo mundo presente no local e, claro, defronta-se com seu "irmão mais velho", que, logicamente, vence a parada através de um artifício no mínimo ridículo : ele se agarra ao pescoço do caçulinha e, depois de várias tentativas arranca´lhe o cérebro. Claro está que o confronto entre os dois RoboCop era inevitável.
Apelando para esse aspecto, Miller transformou a nova engenhoca num ser absolutamente antipático para o público. O objetivo só poderia ser esse, uma vez que o roteirista tinha que incentivar e enaltecer as qualidades do primeiro" RobCop". Acontece que, paralelamente a isso , o que Miller criou foi um amontoado de clichês absolutamente sem nexo, que transformou o filme numa comédia de pastelão. Na sequência em que o novo supertira é apresentado á imprensa, por exemplo, seu fabricante, o mesmo que fizera o primeiro modelo, esclarece que RoboCopo 2 carrega o cérebro de um perigoso bandido, viciado em drogas, e mostra uma capsula carregada com o tal "nuke".
Ao ver sua "comidinha" nas mãos do "papai-cientista", RoboCop2 imediatamente se agita no melhor estilo. Resultado : arma-se uma tremenda pancadaria, incentivada por uma cientista inescrupulosa, na verdade a responsável pela escolha do cérebro do bandido "Junkie". RoboCopo 2 descontrola-se, matando praticamente todo mundo presente no local e, claro, defronta-se com seu "irmão mais velho", que, logicamente, vence a parada através de um artifício no mínimo ridículo : ele se agarra ao pescoço do caçulinha e, depois de várias tentativas arranca´lhe o cérebro. Claro está que o confronto entre os dois RoboCop era inevitável.
"Daniel Boone " ..... Famoso Aventureiro... Parte ..... III ..... de ..... IV....RELEMBRANDO
Então, como sempre, fiel ao seu lema, disse aos que formavam o grupo sob
sua direção : "Avançar". Quando Richard Henderson sonhou com a fundação
de uma colônia independente para além dos Alleghanies era natural que se
voltasse para Boone, por ser este um notável batedor. Boone pensou que
enfim sua estrela começava a brilhar. A viagem prometia-lhe riqueza e
poder, mas no final soménte lhe trouxera desgostos e decepções. A região
que eles buscavam era reclamada pela Virgínia, com base em concessões
originariamente oferecidas pela Coroa Britânica.
Também a Carolina do Norte, reinvidicava uma parte como invocação das mesmas garantias. As concessões originais eram vagas na descrição das terras situadas em pontos diversos da Costa e para Oeste, até o Pacífico. Em virtude dessas condições e ainda porque nem a Vírginia, nem a Carolina do Norte haviam apresentado motivos convincentes para suas reclamações, havia alguma lógica no argumento de Henderson, de que o único título válido estava nos tratados com os índios. Formando a Companhia da Transilvânia, assinou o tratado com os Cherokees , que eram os donos originais de todas as terras em volta de Sycamores Shoals. Um dos chefes índios fez a Boone uma observação que ele jamais esqueceria pelo resto de seus dias : -"Irmão, é muito linda a terra que lhe vendemos, mas temo que achará muito difícil conservá-la". Isto foi em 1.775 e a partir de então e até o fim da revolução.
Em 1.783, as guerras índias foram quase contínuas. Boone construiu uma trilha do vale da Virgínia ao Kentucky central . Teve de executar os trabalhos , enquanto lutava para expulsar os índios, mas, por fim, a estrada ficou concluída. A região que a estrada atravessava era das mais difíceis,mas por ela passou uma das maiores migrações da história do interior da América. Havia quarenta grandes obstáculos no terreno por onde passaria a estrada e removê-los foi uma tarefa verdadeiramente titânica. Naqueles dias ´só se viajava a cavalo .Com efeito, foi somente em 1.796, que pela primeira vez , veículos de roda passaram pela grande estrada, embora fossem aos milhares os colonos que dela faziam uso naquele tempo.
Aquela era realmente a terra da promissão e por muitos e muitos dias desencorajadores e de grande sofrimento, os pioneiros avançavam, ansiosos por viverem na nova colônia, não se importando, por isso, das piores condições de vida que se apresentavam. Já estavam a mais de 360 kilometros do povoado branco mais avançado. Boone manteve com firmeza sua posição e ergueu uma paliçada em Otter Creek, que ficou conhecida como Vila de Boone. Hoje não há o menor vestígio desse primitivo povoado.
Também a Carolina do Norte, reinvidicava uma parte como invocação das mesmas garantias. As concessões originais eram vagas na descrição das terras situadas em pontos diversos da Costa e para Oeste, até o Pacífico. Em virtude dessas condições e ainda porque nem a Vírginia, nem a Carolina do Norte haviam apresentado motivos convincentes para suas reclamações, havia alguma lógica no argumento de Henderson, de que o único título válido estava nos tratados com os índios. Formando a Companhia da Transilvânia, assinou o tratado com os Cherokees , que eram os donos originais de todas as terras em volta de Sycamores Shoals. Um dos chefes índios fez a Boone uma observação que ele jamais esqueceria pelo resto de seus dias : -"Irmão, é muito linda a terra que lhe vendemos, mas temo que achará muito difícil conservá-la". Isto foi em 1.775 e a partir de então e até o fim da revolução.
Em 1.783, as guerras índias foram quase contínuas. Boone construiu uma trilha do vale da Virgínia ao Kentucky central . Teve de executar os trabalhos , enquanto lutava para expulsar os índios, mas, por fim, a estrada ficou concluída. A região que a estrada atravessava era das mais difíceis,mas por ela passou uma das maiores migrações da história do interior da América. Havia quarenta grandes obstáculos no terreno por onde passaria a estrada e removê-los foi uma tarefa verdadeiramente titânica. Naqueles dias ´só se viajava a cavalo .Com efeito, foi somente em 1.796, que pela primeira vez , veículos de roda passaram pela grande estrada, embora fossem aos milhares os colonos que dela faziam uso naquele tempo.
Aquela era realmente a terra da promissão e por muitos e muitos dias desencorajadores e de grande sofrimento, os pioneiros avançavam, ansiosos por viverem na nova colônia, não se importando, por isso, das piores condições de vida que se apresentavam. Já estavam a mais de 360 kilometros do povoado branco mais avançado. Boone manteve com firmeza sua posição e ergueu uma paliçada em Otter Creek, que ficou conhecida como Vila de Boone. Hoje não há o menor vestígio desse primitivo povoado.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
" Oeste, o Ponto Cardeal da Aventura" .......... RELEMBRANDO
São bem diferentes as características do mito do Oeste na América e na
Europa. Como os Estados Unidos são um país sem uma história antiga, toda a
mitologia do Oeste foi fabricada para dar a esse povo uma tradição que
ele invejava no europeu e, assim, foram criados heróis modernos que
lembrassem os personagens míticos do Velho Mundo. Dessa maneira, os
caubóis são apresentados como uma espécie de cavaleiros medievais com
códigos de honra, mas são de criação recente e artificial. O próprio mundo
dos pioneiros do Oeste americano é envolto num clima de fábula
completamente irreal, copiado de tradições européias por um povo carente
de tradição;
Na Europa,ao contrário, o mito do Oeste é fruto de uma influência cultural que os americanos impingiram ao resto do mundo, com seus valores, sua música, etc... O europeu - mais especificamente o italiano - não teve essa necessidade de mitificar o Velho Oeste, uma vez que suas tradições culturais são suficientes. E por isso que, na Italia, o velho Oeste passou a representar uma espécie de sonho, um mundo imaginário aventuresco, bem diferente do modelo imposto pelos americanos durante os anos que se seguiram á II Guerra Mundial.
O Oeste italiano nada mais é do que a aventura pela aventura, uma epopéia que basta a si mesma, um mundo não mitificado que não tem necessidade de se impor como uma tradição.GIOVANNI TICCI : Nascido a 20 de abril de 1.940,Ticci começou a trabalhar num estúdio de quadrinhos aos 16 anos.Sua admiração pelos desenhistas classicos americanos,como Milton Caniff e Alex Raymond,levou-o a desenvolver um estilo próprio e inconfundível,mas dentro de padrões amadurecidos,no extremo cuidado com as ambientações.
Na Europa,ao contrário, o mito do Oeste é fruto de uma influência cultural que os americanos impingiram ao resto do mundo, com seus valores, sua música, etc... O europeu - mais especificamente o italiano - não teve essa necessidade de mitificar o Velho Oeste, uma vez que suas tradições culturais são suficientes. E por isso que, na Italia, o velho Oeste passou a representar uma espécie de sonho, um mundo imaginário aventuresco, bem diferente do modelo imposto pelos americanos durante os anos que se seguiram á II Guerra Mundial.
O Oeste italiano nada mais é do que a aventura pela aventura, uma epopéia que basta a si mesma, um mundo não mitificado que não tem necessidade de se impor como uma tradição.GIOVANNI TICCI : Nascido a 20 de abril de 1.940,Ticci começou a trabalhar num estúdio de quadrinhos aos 16 anos.Sua admiração pelos desenhistas classicos americanos,como Milton Caniff e Alex Raymond,levou-o a desenvolver um estilo próprio e inconfundível,mas dentro de padrões amadurecidos,no extremo cuidado com as ambientações.
"Calamity Jane ,uma mulher de muitas histórias " ......... RELEMBRANDO ...........Parte ..... II ..... de ...... II
A veracidade dessa questão sempre foi muito contestado, pois,segundo
outros documentos, a bandoleira casou-se com Clinton Burk e sua filha
foi entregue aos cuidados das freiras de Saint Martin. Depois da morte
de Hickok, Calamity passou a ser atormentada pela bebida. Era normal
vê-la se embriagando de wisky ou rum pelos bares do Velho Oeste. Os
"porres" duravam, pelo menos, três dias e, quando estava bebada, uivava como
um coyote, aliás, a imitação de sons, como tiros de revolver, era outra de
suas "qualidades".
Nessa época, ela vestia apenas as roupas que seus sucessivos amantes lhe davam. Assim como outras lendas do Velho Oeste, Calamity Jane também teve sua história contada no cinema. mas os mesmos problemas de outras adaptações se repetiram, pois Jane nunca foi retratada como mulher vulgar que realmente foi. Nos filmes, ela aparecia como uma espécie de defensora dos fracos, sempre sonhando com amores impossíveis. Alguns filmes sobre Calamity Jane tornaram-se clássicos e várias atrizes famosas a interpretaram.
São os casos de Doris Day, em Ardida como Pimenta ( Calamity Jane) : Ivonne de Carlo, em Escandalosa ("Calamity Jane and Sam Bass" ), Jean Arthur ,em Jornadas Heróicas ("The Plainsman") e Jane Russel , O Valente Treme- Treme ( The Paleface). Nas histórias em quadrinhos geralmente ela era retratada como uma bela mulher. Seu relacionamento com Wild Bill Hickok, também foi bastante explorado, inclusive na coleção espanhola "Grandes Mitos Del Oeste ", da Toutain Editor, desenhada por José Ortiz.
Outra citação valiosa é o seu encontro com o cowboy Lucky Lucke, de Morris e Goscinny, publicado no Brasil em 1.973, pela RGE. Calamity Jane teve um fim triste . Ela morreu na miséria em 1.903, aos 51 anos, vítima de uma infecção intestinal. Mesmo nos momentos que antecederam a morte, Calamity Jane manteve o padrão de toda sua vida, pois apesar de ter vivido grandes aventuras, nunca conseguiu superar suas próprias fraquezas.
Nessa época, ela vestia apenas as roupas que seus sucessivos amantes lhe davam. Assim como outras lendas do Velho Oeste, Calamity Jane também teve sua história contada no cinema. mas os mesmos problemas de outras adaptações se repetiram, pois Jane nunca foi retratada como mulher vulgar que realmente foi. Nos filmes, ela aparecia como uma espécie de defensora dos fracos, sempre sonhando com amores impossíveis. Alguns filmes sobre Calamity Jane tornaram-se clássicos e várias atrizes famosas a interpretaram.
São os casos de Doris Day, em Ardida como Pimenta ( Calamity Jane) : Ivonne de Carlo, em Escandalosa ("Calamity Jane and Sam Bass" ), Jean Arthur ,em Jornadas Heróicas ("The Plainsman") e Jane Russel , O Valente Treme- Treme ( The Paleface). Nas histórias em quadrinhos geralmente ela era retratada como uma bela mulher. Seu relacionamento com Wild Bill Hickok, também foi bastante explorado, inclusive na coleção espanhola "Grandes Mitos Del Oeste ", da Toutain Editor, desenhada por José Ortiz.
Outra citação valiosa é o seu encontro com o cowboy Lucky Lucke, de Morris e Goscinny, publicado no Brasil em 1.973, pela RGE. Calamity Jane teve um fim triste . Ela morreu na miséria em 1.903, aos 51 anos, vítima de uma infecção intestinal. Mesmo nos momentos que antecederam a morte, Calamity Jane manteve o padrão de toda sua vida, pois apesar de ter vivido grandes aventuras, nunca conseguiu superar suas próprias fraquezas.
"Robocop 2 "......... RELEMBRANDO.........Parte ..... I .....de ..... II
Em todos os gêneros da produção cinematográfica, a luta do Bem contra o
Mal rendeu interessantes e variados exemplares. De bandidos contra
caubóis e criadores contra criaturas, o Cinema sempre foi pródigo em
oferecer grandes momentos de ação e aventura. A ficção científica não
ficou de fora deste espectro. Quem não se lembra, por exemplo,dos
astronautas lutando contra o ensandecido computador Hal-9.000 em
"2.001, Uma Odisséia no Espaço", de Stanley Kubric? Ou dos guerreiros
estelares Han Solo e Luke Skywalker em confronto com o temível Darth
Vader em " Guerra nas Estrelas ", de George Lucas? Mas nem sempre o
Cinema se mostrou hábilidade ao retratar essas lutas.
Que o diga "Robocop 2", de Irvin Kreshner. Ao contrário do primeiro, que mostrava excelentes momentos de ação e uma história bem amarrada, este segundo exemplar apresenta-se frouxo em praticamente todos os aspectos, chegando a momentos da mais absurda comédia, uma mistura de Irmãos Marx com Três patetas, só que sem o talento daqueles cômicos geniais. No primeiro filme, um policial mutilado durante um confronto com uma quadrilha de traficantes, era transformado em um cyborg indestrutível, batizado de "Robocop".
Era o "sonho dourado" de qualquer secretário de Segurança Pública : um robô humanizado, que tinha resistência de máquina, programação computadorizada de reflexos e a dose exata de sensibilidade para saber quando e como agir. Mas o tempo passou e o bom e velho RoboCop, tornou-se obsoleto, como qualquer video game. O segundo filme começa exatamente aí, bem como os sérios problemas e defeitos que o envolvem. Para dar maior verossimilhança á um história, explorando sempre a luta do Bem contra o Mal,os produtores da Orion Internacional Pictures contrataram Frank Miller, o roteirista que revolucionara as tiras de Batman.
Que o diga "Robocop 2", de Irvin Kreshner. Ao contrário do primeiro, que mostrava excelentes momentos de ação e uma história bem amarrada, este segundo exemplar apresenta-se frouxo em praticamente todos os aspectos, chegando a momentos da mais absurda comédia, uma mistura de Irmãos Marx com Três patetas, só que sem o talento daqueles cômicos geniais. No primeiro filme, um policial mutilado durante um confronto com uma quadrilha de traficantes, era transformado em um cyborg indestrutível, batizado de "Robocop".
Era o "sonho dourado" de qualquer secretário de Segurança Pública : um robô humanizado, que tinha resistência de máquina, programação computadorizada de reflexos e a dose exata de sensibilidade para saber quando e como agir. Mas o tempo passou e o bom e velho RoboCop, tornou-se obsoleto, como qualquer video game. O segundo filme começa exatamente aí, bem como os sérios problemas e defeitos que o envolvem. Para dar maior verossimilhança á um história, explorando sempre a luta do Bem contra o Mal,os produtores da Orion Internacional Pictures contrataram Frank Miller, o roteirista que revolucionara as tiras de Batman.
"Daniel Boone " .....Famoso Aventureiro...RELEMBRANDO ...........Parte ..... II .....de ..... IV
Num dia em que o pequeno exército deles avançava em fila indiana, por uma
trilha estreita, situada a poucos kilometros de Fort Duquesnee, os índios
atacaram. Os peles-vermelhas investiram ferozmente de ambos os lados da
ravina da morte e os britânicos, embora pudessem resistir ao ataque por
certo, viram muitos de seus companheiros tombar no cumprimento do
dever, porque eram superados em números pelos silvícolas. Vendo o enorme
perigo que os ingleses corriam, George Washington e os colonos
arremeteram -se pelas florestas e conseguiram salvar muitas vidas, combatendo os índios á maneira índia. Braddock não pode ser salvo e
morreu com os seus soldados.
Daniel Boone estava com a tropa, não como batedor ou homem de primeira linha, mas como condutor de carroça, na retaguarda. Quando a batalha começou, Boone montou a cavalo e fugiu da zona perigosa.Colhera uma boa experiência naquela luta inglória com Braddock, resultante dos encontros com John Finlay, que também era caçador, negociante entre índios, mascates e viajantes. Finlay nunca se cansava de falar a Boone sobre as manadas de búfalos, alces e perus selvagens que vagavam em Kentucky á espera de um caçador do quilate dele. Ouvindo essas histórias, Boone ficava de boca cheira dágua e, com os dedos acariciava o gatilho da espingarda.
O caminho pela montanha era eriçado, desconhecido e também perigoso, por causa dos índios cherokees, do sul, que reinvidicavam a região como sua ,o mesmo fazendo os índios Shawnees do norte. Essas tribos belicosas percorriam a região em todas as direções, por meio de bandos que se revezavam. Foi em setembro de 1.773 que Boone deu início ´para sua mais séria invasão do Kentucky. Era ele o cabeça de uma grande caravana que incluia cinco outras famílias que acompanhavam os Boones á proporção que avançavam pelo desfiladeiro de Cumberland.
Boone mandou que seu filho James e mais dois homens fossem obter mantimentos extras no povoado de Russel, á margem do Rio Clinch. O grupo perdeu o rumo e, encontrado pelos Shawnees, que voltavam de uma incursão contra os Cherokees, foi atacado ao amanhecer. O jovem Boone morreu na refrega. Os sobreviventes levaram a notícia dolorosa a Boone, mas ele suportou o golpe como um genuíno homem da fronteira.
Daniel Boone estava com a tropa, não como batedor ou homem de primeira linha, mas como condutor de carroça, na retaguarda. Quando a batalha começou, Boone montou a cavalo e fugiu da zona perigosa.Colhera uma boa experiência naquela luta inglória com Braddock, resultante dos encontros com John Finlay, que também era caçador, negociante entre índios, mascates e viajantes. Finlay nunca se cansava de falar a Boone sobre as manadas de búfalos, alces e perus selvagens que vagavam em Kentucky á espera de um caçador do quilate dele. Ouvindo essas histórias, Boone ficava de boca cheira dágua e, com os dedos acariciava o gatilho da espingarda.
O caminho pela montanha era eriçado, desconhecido e também perigoso, por causa dos índios cherokees, do sul, que reinvidicavam a região como sua ,o mesmo fazendo os índios Shawnees do norte. Essas tribos belicosas percorriam a região em todas as direções, por meio de bandos que se revezavam. Foi em setembro de 1.773 que Boone deu início ´para sua mais séria invasão do Kentucky. Era ele o cabeça de uma grande caravana que incluia cinco outras famílias que acompanhavam os Boones á proporção que avançavam pelo desfiladeiro de Cumberland.
Boone mandou que seu filho James e mais dois homens fossem obter mantimentos extras no povoado de Russel, á margem do Rio Clinch. O grupo perdeu o rumo e, encontrado pelos Shawnees, que voltavam de uma incursão contra os Cherokees, foi atacado ao amanhecer. O jovem Boone morreu na refrega. Os sobreviventes levaram a notícia dolorosa a Boone, mas ele suportou o golpe como um genuíno homem da fronteira.
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