Criado por Denis O'Neil e Neil Adams, John Stewart é um afro-americano que faz parte da tropa dos Lanternas Verdes. John Stewart é um arquiteto e veterano da marinha americana que foi escolhido pelos Guardiões como substituto de Hal Jordan (o Lanterna Verde mais famoso) depois que Guy Gardner (outro lanterna verde) ficou gravemente ferido em um desastre. Ao receber o anel energético dos Guardiões, John Stewart pode criar qualquer forma energética (desde de um simples cubo até um tanque de guerra) para atacar ou se defender dos inimigos. Outra característica marcante deste super-herói é que ele é um dos poucos Lanternas-Verdes que não usa uma máscara.
No começo de sua carreira como Lanterna Verde, John Stewart se deixava levar pelas suas emoções e ideologias, chegando uma vez a pensar em matar, com os poderes do seu anel energético, políticos racistas da Africa do Sul.
Um dos eventos mais trágicos da vida deste Lanterna Verde aconteceu na minissérie Odisséia Cósmica, na qual, John Stewart não conseguiu impedir a destruição do Planeta Xanshi. Este evento o deixou a beira do suicídio além de ser alvo da ira do Caçador de Marte (que posteriormente, claro, perdoou Stewart).
Mesmo com esta raiva de um mundo injusto e muitas vezes cometendo erros infantis, com o passar do tempo John Stewart foi aprendendo sobre a grande responsabilidade que carregava nos ombros (ou melhor dizendo em suas mãos, mais precisamente em seu dedo) e foi se tornando um grande herói, que muito ajudou tanto a Tropa dos Lanternas Verdes quanto a Liga da Justiça.
Nos quadrinhos, Jonh Stewart era colocado no papel de coadjuvante do coadjuvante, pois os seus colegas Hal Jordan e Guy Gardner eram mais populares com os leitores. Porém, nos desenhos animados Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites, John Stewart consegue o papel de Lanterna Verde principal, sendo o protagonista de vários capítulos e enfrentando inimigos como Sinestro e Despero.
Na versão dos quadrinhos, foi casado com aleinígena Katma Tui. Nos desenhos animados tem romances com a Mulher-Gavião e com a Vixen (logo falaremos destas duas personagens), e claro, é citado que teve um romance com a Katma Tui no passado. Após o sucesso no desenho animado da Liga da Justiça, muitas histórias e romances de John Stewart foram adaptados para os quadrinhos.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Relembrando: "O Brasil em Quadrinhos " .... Parte .... II .... de .... II
Essa
contribuição, que me parece insensurável ao estudo e conhecimento da
História do Brasil, bastará para demonstrar quanto é útil o processo de
"quadrinhos" quando aplicado a finalidade cultural e instruitiva. Morrem
aqui todos os argumentos contra e aqui se eliminam todos os
preconceitos. Muito mais que uma iniciativa a exigir apoio incondicional, a História do Brasil lançada pela Editora Brasil América, é uma
realização capaz de alterar a aprendizagem em seu sentido
tradicional.
Lendo-a através dos quadrinhos episódios e vendo-a á sombra dos traços atraentes, os pequenos brasileiros poderão desprezar a memória porque a apreensão é livre em seu poder de aventura e sua força plástica . Um livro que ensina sem obrigar a aprender. E, na obra de Gustavo Barroso, tendo em vista a precisão da linguagem , a fidelidade histórica, o espírito de síntese, esse livro permanecerá como um dos mais importantes. Permanecerá, é certo. E permanecerá porque servindo-se dos "quadrinhos",mostrou aos educadores como é fácil conquistar os pequenos brasileiros para o Brasil.
Lendo-a através dos quadrinhos episódios e vendo-a á sombra dos traços atraentes, os pequenos brasileiros poderão desprezar a memória porque a apreensão é livre em seu poder de aventura e sua força plástica . Um livro que ensina sem obrigar a aprender. E, na obra de Gustavo Barroso, tendo em vista a precisão da linguagem , a fidelidade histórica, o espírito de síntese, esse livro permanecerá como um dos mais importantes. Permanecerá, é certo. E permanecerá porque servindo-se dos "quadrinhos",mostrou aos educadores como é fácil conquistar os pequenos brasileiros para o Brasil.
Relembrando... História em Quadrinhos e Pedagogia ". Parte .... I .... de .... III
Com o presente texto, pretendemos colocar ao alcance dos educadores , o
relato de uma experiência há algum tempo no Instituto Psicopedagógico
Médico-Social de Montpellier, na França. Alguns educadores trabalhando
para este Instituto, efetuaram uma exposição de histórias em quadrinhos, onde davam conta de um método utilizado como eficiência. É um fato
comprovado que os jovens - e frequentemente os menos jovens - gostam e
devoram a história em quadrinhos, procurando nela alguma coisa que lhes
falta ou de que tem necessidade.
E quando um jovem da Escola de Aperfeiçoamento de Montpellier decidiu realizar espontaneamente milhares de imagens foi porque, com certeza, essas longas histórias desenhadas que ele contou respondiam a questões intímas e prementes. Do mesmo modo, longe de considerar a história em quadrinhos como um divertimento, nós preferimos refletir sobre a utilização séria que dela pode ser feita em pedagogia. Em primeiro lugar, a história em quadrinhos é uma linguagem. E melhor do que escrever longas frases acerca desta afirmação, será preferível observar as histórias desenhadas de crianças, como as que foram feitas no Instituto de surdos-mudos de Saint Hiolyte du Fort.
Para as crianças surdas- e muitas vezes mudas - a história desenhada é, mais do que para todas as outras, uma linguagem total. Quaisquer que sejam nossas idéias pessoais,as nossas opiniões sobre a história desenhada,ela existe,agrada e faz parte do nosso mundo cotidiano.Os educadores julgam que basta lançar no cesto de papéis, essas revistas que as crianças transportam nas suas pastas ou guardam nas suas carteiras.
E quando um jovem da Escola de Aperfeiçoamento de Montpellier decidiu realizar espontaneamente milhares de imagens foi porque, com certeza, essas longas histórias desenhadas que ele contou respondiam a questões intímas e prementes. Do mesmo modo, longe de considerar a história em quadrinhos como um divertimento, nós preferimos refletir sobre a utilização séria que dela pode ser feita em pedagogia. Em primeiro lugar, a história em quadrinhos é uma linguagem. E melhor do que escrever longas frases acerca desta afirmação, será preferível observar as histórias desenhadas de crianças, como as que foram feitas no Instituto de surdos-mudos de Saint Hiolyte du Fort.
Para as crianças surdas- e muitas vezes mudas - a história desenhada é, mais do que para todas as outras, uma linguagem total. Quaisquer que sejam nossas idéias pessoais,as nossas opiniões sobre a história desenhada,ela existe,agrada e faz parte do nosso mundo cotidiano.Os educadores julgam que basta lançar no cesto de papéis, essas revistas que as crianças transportam nas suas pastas ou guardam nas suas carteiras.
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Relembrando: Capitão Átomo (Adam Allen) - Parte I de III
Para escrever sobre o Capitão Átomo, não poderia fazer sem mencionar suas duas versões (a original da Charlton Comics e a reformulação da DC Comics). Nesta primeira parte irei falar do personagem criado por Steve Ditko (desenhista) e Joe Gill (roteirista), para a Charlton Comics em 1960.
Nesta versão, o cientista Adam Allen trabalhava em um foguete experimental, quando acidentalmente fica preso no interior do foguete, que explode ao chegar na atmosfera superior. Milagrosamente, a explosão "atomiza" o corpo de Allen, que ganha superpoderes, como regenrar seu corpo em segurança na Terra.
Nesta versão, o Capitão Átomo tem um traje vermelho e amarelo, que protegia as pessoas dos seus poderes atômicos. Depois, quando ganhou sua própria revista pela Charlton, o Capitão Átomo substituiu este traje com um traje de metal líquido que ficava embaixo da sua pele, e transformava-se quando ele ativava seu poder. Por falar nos poderes, eles envolviam manipulatão de enrgia atômica, vôo, super-força, viagem dimensional, controle de todos os átomos do corpo, entre outros.
A última vez que o Capitão Átomo da Charlton apareceu, foi em uma história onde ele encontra o Superman e o Nuclear, em 1986. Nesta história, os poderes de Nuclear e Capitão Átomotinham seus poderes neutralizados se chegassem próximos um do outro.
Nesta versão, o cientista Adam Allen trabalhava em um foguete experimental, quando acidentalmente fica preso no interior do foguete, que explode ao chegar na atmosfera superior. Milagrosamente, a explosão "atomiza" o corpo de Allen, que ganha superpoderes, como regenrar seu corpo em segurança na Terra.
Nesta versão, o Capitão Átomo tem um traje vermelho e amarelo, que protegia as pessoas dos seus poderes atômicos. Depois, quando ganhou sua própria revista pela Charlton, o Capitão Átomo substituiu este traje com um traje de metal líquido que ficava embaixo da sua pele, e transformava-se quando ele ativava seu poder. Por falar nos poderes, eles envolviam manipulatão de enrgia atômica, vôo, super-força, viagem dimensional, controle de todos os átomos do corpo, entre outros.
A última vez que o Capitão Átomo da Charlton apareceu, foi em uma história onde ele encontra o Superman e o Nuclear, em 1986. Nesta história, os poderes de Nuclear e Capitão Átomotinham seus poderes neutralizados se chegassem próximos um do outro.
Relembrando: Viúva Negra
Criada por Stan Lee, Don Rico e Dan Heck, a Viúva Negra (cujo o nome é Natasha Romanoff) apareceu pela primeira vez em Tales of Suspense #52 (abril de 1964), pela editora Marvel Comics. Primeiramente, a Viúva Negra foi uma espiã russa infiltrada nos Estados Unidos e era uma das antagonistas do Homem-de-Ferro. Mas tarde, estabeleceu-se de vez nos Estados Unidos e fez parte da S.H.I.E.L.D e dos Vingadores. Teve um relacionamento com o Gavião Arqueiro, com quem formou uma dupla de ladrões.
Existem dois relatos para a origem da Viúva Negra: o primeiro diz que a mãe de Natasha a salvou de um incêndio provocado pelo Partido Nazista, jogando-a da janela. Um soldado russo chamado Ivan Petrovitch conseguiu salvar a jovem Natasha, mas a mãe dela morreu no incêndio. Outro relato diz que a Viúva Negra, desde sua infância, fez parte de um projeto russo chamado Programa de Operação Viúva Negra da URSS. Com outras 28 jovens orfãs, foi treinada em combate e espionagem na instalação secreta chamada "Sala Vermelha".
Suas habilidades consistem em ser uma exímia lutadora e acrobata, excelente espiã, ser perita em todos os tipos de armas (de fogo ou branca), fora que a Viúva Negra recebeu um derivado do Soro do Supersoldado, o que fez com que ela aumentasse suas habilidades tanto físicas quanto mentais para além dos limites humanos. A Viúva Negra é capaz de levantar 227 kg e tem o seu envelhecimento retardado, deixando ela ter uma aparência bem mais jovem do que sua idade. Como foi dito, Natasha Romanoff é perita em várias armas, porém, os braceletes que soltam dardos energizados são suas armas características.
A Viúva Negra apareceu em outras mídias, além dos quadrinhos, como sua participação no desenho animado "Vingadores - Os heróis mais poderosos da Terra". Mas foi no cinema, interpretada pela atriz Scarlett Johanson, que a Viúva Negra/Natasha Romanoff foi popularizada.
Existem dois relatos para a origem da Viúva Negra: o primeiro diz que a mãe de Natasha a salvou de um incêndio provocado pelo Partido Nazista, jogando-a da janela. Um soldado russo chamado Ivan Petrovitch conseguiu salvar a jovem Natasha, mas a mãe dela morreu no incêndio. Outro relato diz que a Viúva Negra, desde sua infância, fez parte de um projeto russo chamado Programa de Operação Viúva Negra da URSS. Com outras 28 jovens orfãs, foi treinada em combate e espionagem na instalação secreta chamada "Sala Vermelha".
Suas habilidades consistem em ser uma exímia lutadora e acrobata, excelente espiã, ser perita em todos os tipos de armas (de fogo ou branca), fora que a Viúva Negra recebeu um derivado do Soro do Supersoldado, o que fez com que ela aumentasse suas habilidades tanto físicas quanto mentais para além dos limites humanos. A Viúva Negra é capaz de levantar 227 kg e tem o seu envelhecimento retardado, deixando ela ter uma aparência bem mais jovem do que sua idade. Como foi dito, Natasha Romanoff é perita em várias armas, porém, os braceletes que soltam dardos energizados são suas armas características.
A Viúva Negra apareceu em outras mídias, além dos quadrinhos, como sua participação no desenho animado "Vingadores - Os heróis mais poderosos da Terra". Mas foi no cinema, interpretada pela atriz Scarlett Johanson, que a Viúva Negra/Natasha Romanoff foi popularizada.
Relembrando... Xeque-Mate... Parte 1
Mais recentemente, tivemos muitas histórias mostrando como o governo lida
com tais elementos. Voce já leu isso em aventuras do Capitão
Átomo, Esquadrão Suicída ,L endas e muitos outros títulos. ( O exemplo
mais famoso é a influência do governo sobre Super Homem em O Cavaleiro
das Trevas). Assim como o Esquadrão Suicída representa os esforços do
governo em recrutar criminosos para realizar o serviço que lhe cabe
(isto é, proteger a sociedade).
Xeque Mate representa os esforços do governo em recrutar heróis. Para os membros do Xeque Mate, as missões são só um serviço (mas um serviço que precisa ser feito ), onde cada agente realiza suas aspirações pessoais a fim de transformar o mundo num lugar melhor. Vai ser um trabalho bem duro para essas pessoas, mas para nós leitores, será no mínimo emocionante.Voce encontrará muitas referências ao Vigilante (Adrian Chase ), o ex-juiz que trabalhava para a agencia de Harry Stein antes de sucumbir ás pressões de sua própria vida.
O policial reformado da cidade de Nova York , Harry Stein dirigia uma agencia federal sem nome, encarregada de neutralizar terroristas internacionais que se infiltrassem no território nacional. Atuava como seu braço direito, Harvey Bullock,um veterano do departamento de polícia de Gotham City. A organização já empregou muitas pessoas, incluindo dois agentes uniformizados de estabilidade emocional questionável : o já mencionado Vigilante e Christopher Smith,mais conhecido como Pacificador.
Xeque Mate representa os esforços do governo em recrutar heróis. Para os membros do Xeque Mate, as missões são só um serviço (mas um serviço que precisa ser feito ), onde cada agente realiza suas aspirações pessoais a fim de transformar o mundo num lugar melhor. Vai ser um trabalho bem duro para essas pessoas, mas para nós leitores, será no mínimo emocionante.Voce encontrará muitas referências ao Vigilante (Adrian Chase ), o ex-juiz que trabalhava para a agencia de Harry Stein antes de sucumbir ás pressões de sua própria vida.
O policial reformado da cidade de Nova York , Harry Stein dirigia uma agencia federal sem nome, encarregada de neutralizar terroristas internacionais que se infiltrassem no território nacional. Atuava como seu braço direito, Harvey Bullock,um veterano do departamento de polícia de Gotham City. A organização já empregou muitas pessoas, incluindo dois agentes uniformizados de estabilidade emocional questionável : o já mencionado Vigilante e Christopher Smith,mais conhecido como Pacificador.
Relembrando... Penny-dreadfuls
O Conceito de organizações governamentais ultra-secretas que nos
protegem do mal, reverte as próprias raízes das histórias em quadrinhos.
Antes de existirem as revistas em quadrinhos, havia os pulps - revistas
de contos policiais e de terror, editadas em papel de preço muito
baixo, que apresentavam todo tipo de combatentes do crime, os
encapuzados, os do governo e outros (Sombra e Doc Savage são os que mais
se destacaram nesse tipo de publicação ).
Mas, antes dos pulps, já existiam os chamados penny-dreadfuls (misto de romance e conto nascido na Inglaterra que, depois levado aos Estados Unidos, acabou dando origem aos pulps). Os penny-dreadfuls eram revistas semanais e quinzenais da virada do século que apresentavam ficções heróicas mais violentas. Uma forma de entretenimento carregada de ação, com aventuras bastante romanceadas de mitos da história, como Buffalo Bill Cody, Jesse James e até Teddy Roosevelt ou de personagens totalmente fictícios como Nick Carter.
As revistas em quadrinhos, portanto.evoluiram indiretamente dos penny-dreadfuls (O título de uma das revistas mais populares da DC nos anos 60/70, The Brave And The Bold, originalmente era usado como nome de um penny-dreadful). Esses três tipos de publicaçaão apresentavam como tema aventuras heróicas. Parece que nós queremos ter certeza de que alguém lá fora está nos protegendo. E muita gente acredita que o governo deveria se esforçar para fornecer essa proteção. Pense nisso :- James Bond,o Agente Secreto X-9, Nick Carter, Napoleão Solo .... nossa cultura popular está abarrotada de agentes do governo que são superpoliciais.
Mas, antes dos pulps, já existiam os chamados penny-dreadfuls (misto de romance e conto nascido na Inglaterra que, depois levado aos Estados Unidos, acabou dando origem aos pulps). Os penny-dreadfuls eram revistas semanais e quinzenais da virada do século que apresentavam ficções heróicas mais violentas. Uma forma de entretenimento carregada de ação, com aventuras bastante romanceadas de mitos da história, como Buffalo Bill Cody, Jesse James e até Teddy Roosevelt ou de personagens totalmente fictícios como Nick Carter.
As revistas em quadrinhos, portanto.evoluiram indiretamente dos penny-dreadfuls (O título de uma das revistas mais populares da DC nos anos 60/70, The Brave And The Bold, originalmente era usado como nome de um penny-dreadful). Esses três tipos de publicaçaão apresentavam como tema aventuras heróicas. Parece que nós queremos ter certeza de que alguém lá fora está nos protegendo. E muita gente acredita que o governo deveria se esforçar para fornecer essa proteção. Pense nisso :- James Bond,o Agente Secreto X-9, Nick Carter, Napoleão Solo .... nossa cultura popular está abarrotada de agentes do governo que são superpoliciais.
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