Vamos falar um pouco mais sobre esta equipe da DC Comics: formada por homens e mulheres que se destacaram na polícia, nas forças armadas, nos orgãos de inteligência ou qualquer outra agência que combata o crime. Suas missões vão desde enfrentar o tráfico de drogas até mesmo espionagem, tanto em solo pátrio (Estados Unidos) como em outros países.
A organização deste grupo é baseado no jogo de xadrez, portanto temos os cavalos como agentes de campo, os peões como apoio para os cavalos, os bispos e as torres que fazem a logística das missões, e os rei e a rainha que comandam a equipe.
Dentre os membros do Xeque-Mate, podemos detacar Harry Stein (que é o rei da equipe), Amanda Waller (criou o grupo para ser uma agência independente. Foi a antiga rainha e atualmente é a chefe do Esquadrão Suicida), Harvey Bullock (sargento de polícia de Gothan City e bispo no Xeque-Mate), Valentina Vostok (antiga Mulher-Negativa e bispo no Xeque-mate. Foi valentina que nomeou Harry Stein para chefe do Xeque-mate), Gary Washington e John Reed (destaques entre os vários cavalos), Espinho Negro (freelancer, já espionou o Xeque-Mate, mas acabou sendo contratada pela organização) e Pacificador (freelancer), além de vários outros membros.
Esta equipe foi criado por Paul Kupperber e Steve Ewin.
terça-feira, 24 de abril de 2018
Relembrando: Capitão Átomo (Nathaniel Adam) - Parte II de III
Na primeira parte sobre o Capitão Átomo falamos sobre sua versão para a Charlton Comics. Agora iremos falar da sua versão reformulada pela DC Comics, que comprou os direitos autorais de vários personagens da Charlton Comics. Criado por Cary Bates, Gre Weisman (escritores) e Pat Broderick (desenhista), esta versão prateada do Capitão Átomo é a mais conhecida entre os fãs de quadrinhos.
Nesta versão para a DC Comics, o cientista Adam Allen (Capitão Átomo da Charlton) se torna o piloto da força aérea americana e veterano da Guerra do Vietnam, Nathaniel Adam. Acusado por um crime que não cometeu e condenado à morte, Nathaniel Adam aceita ser uma cobaia para um experimento militar, em troca do perdão presidencial.
A experiência consistia em testar a durabilidade de um metal alienígena que caiu na Terra, explodindo uma bomba nuclear com Adam dentro de uma couraça feita porte este metal. Apesar da grande possibilidade de morrer, Nathaniel Adam sobrevive a experiência. Porém, o metal derrete sobre ele e seu corpo é jogado para 18 anos no futuro, em 1986.
Fora do seu tempo, Nathaniel Adam precisa encarar os desafios de sua nova vida: primeiro, ele foi atomizado, se tornando um ser feito de energia pura. Segundo, o General Wade Eiling, que no passado tinha desavênças com Nathaniel, é o viúvo da falecida esposa do Capitão Átomo. Depois, Nathaniel Adam precisava recupérar o tempo perdido com seus filhos, que possuem a idade próxima ao do pai devido ao salto no tempo dado por Adam.
Mas a principal consequência é que Nathaniel Adam se tornará um herói controlado pelo governo norte-americano, ou melhor dizendo, chatageado pelo general Wade Eiling: dado como morto, Adam nunca conseguiu o perdão presidencial. O atual governo americano recusou-se a dar o perdão para Adam, preferindo torná-lo uma super-herói controlado e uma carta na manga contra a Liga da Justiça.
Este Capitão Átomo tem poderes semelhantes à sua versão da Charlton Comics, como manipulação de energia, super-força, vôo, teletransporte, entre outros. Como membro da Liga da Justiça enfrentou vários vilões, mas como um militar controlado, já teve combates contra vários heróis, como Nuclear e contra o Supermam. Aliás, o Capitão Átomo é um dos poucos seres capazes de causar danos ao Supermam, trocando socos e pontapés com o kriptoniano (os dois tiveram combates fantásticos nos quadrinhos e desenhos animados da DC Comics).
Nesta versão para a DC Comics, o cientista Adam Allen (Capitão Átomo da Charlton) se torna o piloto da força aérea americana e veterano da Guerra do Vietnam, Nathaniel Adam. Acusado por um crime que não cometeu e condenado à morte, Nathaniel Adam aceita ser uma cobaia para um experimento militar, em troca do perdão presidencial.
A experiência consistia em testar a durabilidade de um metal alienígena que caiu na Terra, explodindo uma bomba nuclear com Adam dentro de uma couraça feita porte este metal. Apesar da grande possibilidade de morrer, Nathaniel Adam sobrevive a experiência. Porém, o metal derrete sobre ele e seu corpo é jogado para 18 anos no futuro, em 1986.
Fora do seu tempo, Nathaniel Adam precisa encarar os desafios de sua nova vida: primeiro, ele foi atomizado, se tornando um ser feito de energia pura. Segundo, o General Wade Eiling, que no passado tinha desavênças com Nathaniel, é o viúvo da falecida esposa do Capitão Átomo. Depois, Nathaniel Adam precisava recupérar o tempo perdido com seus filhos, que possuem a idade próxima ao do pai devido ao salto no tempo dado por Adam.
Mas a principal consequência é que Nathaniel Adam se tornará um herói controlado pelo governo norte-americano, ou melhor dizendo, chatageado pelo general Wade Eiling: dado como morto, Adam nunca conseguiu o perdão presidencial. O atual governo americano recusou-se a dar o perdão para Adam, preferindo torná-lo uma super-herói controlado e uma carta na manga contra a Liga da Justiça.
Este Capitão Átomo tem poderes semelhantes à sua versão da Charlton Comics, como manipulação de energia, super-força, vôo, teletransporte, entre outros. Como membro da Liga da Justiça enfrentou vários vilões, mas como um militar controlado, já teve combates contra vários heróis, como Nuclear e contra o Supermam. Aliás, o Capitão Átomo é um dos poucos seres capazes de causar danos ao Supermam, trocando socos e pontapés com o kriptoniano (os dois tiveram combates fantásticos nos quadrinhos e desenhos animados da DC Comics).
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Relembrando: Bronco Bill
Com desenhos de Rog Bollen e textos de Gary Peterman, esta série
humorística criada em 1.972 é uma das melhores sátiras já feita em
quadrinhos sobre o Oeste americano. Vaqueiro autêntico, Bronco
Bill, nunca toma banho e vive sempre com barba por fazer. Tem como
constante companheiro,um sargento do exército dos EUA Aparece nas
revistas Eureka, Patota e Gibi Semanal.
ROG BOLLEN :- Bollen é o criador de 2 séries humorísticas muito populares nas tiras diárias e nas páginas dominicais da Imprensa norte-americana e também em vários outros países, inclusive no Brasil. A primeira delas, Animal Crackers ( Os Bichos ), começou a ser distribuída pelo Chicago Tribune-New York Syndicate, a partir de 1.972. Utilizando os mais diversos tipos de animais-terra, ar e água - Bollen mantém um nível de comunicação notável com adultos e crianças,muitas vezes entrando no terreno da filosofia existencial humana.
Em 1.976,com roteiros de Gary Peterman, ele lançou Catfish ( Bronco Bill ), que está na linha do western satírico, cujos concorrentes mais diretos são Redeye ( Touro Sentado ), de Gordon Bess e Tumble Weeds ( Kid Farofa ), de Tom K, Ryan.
ROG BOLLEN :- Bollen é o criador de 2 séries humorísticas muito populares nas tiras diárias e nas páginas dominicais da Imprensa norte-americana e também em vários outros países, inclusive no Brasil. A primeira delas, Animal Crackers ( Os Bichos ), começou a ser distribuída pelo Chicago Tribune-New York Syndicate, a partir de 1.972. Utilizando os mais diversos tipos de animais-terra, ar e água - Bollen mantém um nível de comunicação notável com adultos e crianças,muitas vezes entrando no terreno da filosofia existencial humana.
Em 1.976,com roteiros de Gary Peterman, ele lançou Catfish ( Bronco Bill ), que está na linha do western satírico, cujos concorrentes mais diretos são Redeye ( Touro Sentado ), de Gordon Bess e Tumble Weeds ( Kid Farofa ), de Tom K, Ryan.
Relembrando: Kang, O Conquistador
Criado por Stan Lee e Jack Kirby para o Universo Marvel Comics, em
1963, Kang é um dos mais terríveis vilões tanto do Quarteto Fantástico
quanto dos Vingadores. Kang - O Conquistador veio de uma Terra alternativa
onde não houve a Idade Média, sendo assim, avanços tecnológicos (como a
viagem para Lua) aconteceram mais cedo do que a nossa versão da Terra.
O problema é que estas conquistas tecnológicas resultaram em guerras que levaram os habitantes desta versão da Terra para um estado primitivo, além de desintegrar a Lua. Neste mundo caótico, Nathaniel Richards (pai de Reed Richards, o Senhor Fantástico), viajando pelo espaço-tempo, chega e tenta ajudar os habitantes desta Terra a restaurar a paz. Porém, estes seres preferem prolongar as guerras e forçam Nathaniel Richards a construir armas cada vez mais poderosas.
O homem que iria se tornar Kang - O Conquistador encontrou a tecnologia de Nathaniel Richards (que foi resgatado pelo seu filho e o Quarteto Fantástico), constriu uma máquina do tempo e voltou para o Egito Antigo, onde adotou o nome de Faraó Rama-Tut. Seu reinado terminou Quando o Quarteto Fantástico viajou no tempo (com a máquina do Doutor Destino) e venceu Kang.
Kang tem uma armadura altamente tecnológica, é um mestre em estratégia militar, possui um alto intelecto, além de ter acesso a uma tecnologia anos luz a frente d tecnologia da nossa Terra. O seu grande amor é a princesa Ravonna. Houveram vários rumores que Kang é descendente de Nathaniel Richards, porém, a teoria mais aceita é que ele seja um parente (mesmo que de outra dimensão) do Doutor Destino.
No desenho animado Vingadores - Os Heróis Mais Poderosos da Terra, Kang tem um arco próprio, onde ele chega na "Terra normal" disposto a matar o Capitão América, afirmando que este será a causa da destruição da humanidade. Além, como não poderia ser diferente, Kang quer conquistar a Terra, alegando ser a única esperança contra invasões alienígenas. E é claro que o Vingadores enfrentam e derrotam O Conquistador.
O problema é que estas conquistas tecnológicas resultaram em guerras que levaram os habitantes desta versão da Terra para um estado primitivo, além de desintegrar a Lua. Neste mundo caótico, Nathaniel Richards (pai de Reed Richards, o Senhor Fantástico), viajando pelo espaço-tempo, chega e tenta ajudar os habitantes desta Terra a restaurar a paz. Porém, estes seres preferem prolongar as guerras e forçam Nathaniel Richards a construir armas cada vez mais poderosas.
O homem que iria se tornar Kang - O Conquistador encontrou a tecnologia de Nathaniel Richards (que foi resgatado pelo seu filho e o Quarteto Fantástico), constriu uma máquina do tempo e voltou para o Egito Antigo, onde adotou o nome de Faraó Rama-Tut. Seu reinado terminou Quando o Quarteto Fantástico viajou no tempo (com a máquina do Doutor Destino) e venceu Kang.
Kang tem uma armadura altamente tecnológica, é um mestre em estratégia militar, possui um alto intelecto, além de ter acesso a uma tecnologia anos luz a frente d tecnologia da nossa Terra. O seu grande amor é a princesa Ravonna. Houveram vários rumores que Kang é descendente de Nathaniel Richards, porém, a teoria mais aceita é que ele seja um parente (mesmo que de outra dimensão) do Doutor Destino.
No desenho animado Vingadores - Os Heróis Mais Poderosos da Terra, Kang tem um arco próprio, onde ele chega na "Terra normal" disposto a matar o Capitão América, afirmando que este será a causa da destruição da humanidade. Além, como não poderia ser diferente, Kang quer conquistar a Terra, alegando ser a única esperança contra invasões alienígenas. E é claro que o Vingadores enfrentam e derrotam O Conquistador.
Relembrando: Lanterna Verde (John Stewart)
Criado por Denis O'Neil e Neil Adams, John Stewart é um afro-americano que faz parte da tropa dos Lanternas Verdes. John Stewart é um arquiteto e veterano da marinha americana que foi escolhido pelos Guardiões como substituto de Hal Jordan (o Lanterna Verde mais famoso) depois que Guy Gardner (outro lanterna verde) ficou gravemente ferido em um desastre. Ao receber o anel energético dos Guardiões, John Stewart pode criar qualquer forma energética (desde de um simples cubo até um tanque de guerra) para atacar ou se defender dos inimigos. Outra característica marcante deste super-herói é que ele é um dos poucos Lanternas-Verdes que não usa uma máscara.
No começo de sua carreira como Lanterna Verde, John Stewart se deixava levar pelas suas emoções e ideologias, chegando uma vez a pensar em matar, com os poderes do seu anel energético, políticos racistas da Africa do Sul.
Um dos eventos mais trágicos da vida deste Lanterna Verde aconteceu na minissérie Odisséia Cósmica, na qual, John Stewart não conseguiu impedir a destruição do Planeta Xanshi. Este evento o deixou a beira do suicídio além de ser alvo da ira do Caçador de Marte (que posteriormente, claro, perdoou Stewart).
Mesmo com esta raiva de um mundo injusto e muitas vezes cometendo erros infantis, com o passar do tempo John Stewart foi aprendendo sobre a grande responsabilidade que carregava nos ombros (ou melhor dizendo em suas mãos, mais precisamente em seu dedo) e foi se tornando um grande herói, que muito ajudou tanto a Tropa dos Lanternas Verdes quanto a Liga da Justiça.
Nos quadrinhos, Jonh Stewart era colocado no papel de coadjuvante do coadjuvante, pois os seus colegas Hal Jordan e Guy Gardner eram mais populares com os leitores. Porém, nos desenhos animados Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites, John Stewart consegue o papel de Lanterna Verde principal, sendo o protagonista de vários capítulos e enfrentando inimigos como Sinestro e Despero.
Na versão dos quadrinhos, foi casado com aleinígena Katma Tui. Nos desenhos animados tem romances com a Mulher-Gavião e com a Vixen (logo falaremos destas duas personagens), e claro, é citado que teve um romance com a Katma Tui no passado. Após o sucesso no desenho animado da Liga da Justiça, muitas histórias e romances de John Stewart foram adaptados para os quadrinhos.
No começo de sua carreira como Lanterna Verde, John Stewart se deixava levar pelas suas emoções e ideologias, chegando uma vez a pensar em matar, com os poderes do seu anel energético, políticos racistas da Africa do Sul.
Um dos eventos mais trágicos da vida deste Lanterna Verde aconteceu na minissérie Odisséia Cósmica, na qual, John Stewart não conseguiu impedir a destruição do Planeta Xanshi. Este evento o deixou a beira do suicídio além de ser alvo da ira do Caçador de Marte (que posteriormente, claro, perdoou Stewart).
Mesmo com esta raiva de um mundo injusto e muitas vezes cometendo erros infantis, com o passar do tempo John Stewart foi aprendendo sobre a grande responsabilidade que carregava nos ombros (ou melhor dizendo em suas mãos, mais precisamente em seu dedo) e foi se tornando um grande herói, que muito ajudou tanto a Tropa dos Lanternas Verdes quanto a Liga da Justiça.
Nos quadrinhos, Jonh Stewart era colocado no papel de coadjuvante do coadjuvante, pois os seus colegas Hal Jordan e Guy Gardner eram mais populares com os leitores. Porém, nos desenhos animados Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites, John Stewart consegue o papel de Lanterna Verde principal, sendo o protagonista de vários capítulos e enfrentando inimigos como Sinestro e Despero.
Na versão dos quadrinhos, foi casado com aleinígena Katma Tui. Nos desenhos animados tem romances com a Mulher-Gavião e com a Vixen (logo falaremos destas duas personagens), e claro, é citado que teve um romance com a Katma Tui no passado. Após o sucesso no desenho animado da Liga da Justiça, muitas histórias e romances de John Stewart foram adaptados para os quadrinhos.
Relembrando: "O Brasil em Quadrinhos " .... Parte .... II .... de .... II
Essa
contribuição, que me parece insensurável ao estudo e conhecimento da
História do Brasil, bastará para demonstrar quanto é útil o processo de
"quadrinhos" quando aplicado a finalidade cultural e instruitiva. Morrem
aqui todos os argumentos contra e aqui se eliminam todos os
preconceitos. Muito mais que uma iniciativa a exigir apoio incondicional, a História do Brasil lançada pela Editora Brasil América, é uma
realização capaz de alterar a aprendizagem em seu sentido
tradicional.
Lendo-a através dos quadrinhos episódios e vendo-a á sombra dos traços atraentes, os pequenos brasileiros poderão desprezar a memória porque a apreensão é livre em seu poder de aventura e sua força plástica . Um livro que ensina sem obrigar a aprender. E, na obra de Gustavo Barroso, tendo em vista a precisão da linguagem , a fidelidade histórica, o espírito de síntese, esse livro permanecerá como um dos mais importantes. Permanecerá, é certo. E permanecerá porque servindo-se dos "quadrinhos",mostrou aos educadores como é fácil conquistar os pequenos brasileiros para o Brasil.
Lendo-a através dos quadrinhos episódios e vendo-a á sombra dos traços atraentes, os pequenos brasileiros poderão desprezar a memória porque a apreensão é livre em seu poder de aventura e sua força plástica . Um livro que ensina sem obrigar a aprender. E, na obra de Gustavo Barroso, tendo em vista a precisão da linguagem , a fidelidade histórica, o espírito de síntese, esse livro permanecerá como um dos mais importantes. Permanecerá, é certo. E permanecerá porque servindo-se dos "quadrinhos",mostrou aos educadores como é fácil conquistar os pequenos brasileiros para o Brasil.
Relembrando... História em Quadrinhos e Pedagogia ". Parte .... I .... de .... III
Com o presente texto, pretendemos colocar ao alcance dos educadores , o
relato de uma experiência há algum tempo no Instituto Psicopedagógico
Médico-Social de Montpellier, na França. Alguns educadores trabalhando
para este Instituto, efetuaram uma exposição de histórias em quadrinhos, onde davam conta de um método utilizado como eficiência. É um fato
comprovado que os jovens - e frequentemente os menos jovens - gostam e
devoram a história em quadrinhos, procurando nela alguma coisa que lhes
falta ou de que tem necessidade.
E quando um jovem da Escola de Aperfeiçoamento de Montpellier decidiu realizar espontaneamente milhares de imagens foi porque, com certeza, essas longas histórias desenhadas que ele contou respondiam a questões intímas e prementes. Do mesmo modo, longe de considerar a história em quadrinhos como um divertimento, nós preferimos refletir sobre a utilização séria que dela pode ser feita em pedagogia. Em primeiro lugar, a história em quadrinhos é uma linguagem. E melhor do que escrever longas frases acerca desta afirmação, será preferível observar as histórias desenhadas de crianças, como as que foram feitas no Instituto de surdos-mudos de Saint Hiolyte du Fort.
Para as crianças surdas- e muitas vezes mudas - a história desenhada é, mais do que para todas as outras, uma linguagem total. Quaisquer que sejam nossas idéias pessoais,as nossas opiniões sobre a história desenhada,ela existe,agrada e faz parte do nosso mundo cotidiano.Os educadores julgam que basta lançar no cesto de papéis, essas revistas que as crianças transportam nas suas pastas ou guardam nas suas carteiras.
E quando um jovem da Escola de Aperfeiçoamento de Montpellier decidiu realizar espontaneamente milhares de imagens foi porque, com certeza, essas longas histórias desenhadas que ele contou respondiam a questões intímas e prementes. Do mesmo modo, longe de considerar a história em quadrinhos como um divertimento, nós preferimos refletir sobre a utilização séria que dela pode ser feita em pedagogia. Em primeiro lugar, a história em quadrinhos é uma linguagem. E melhor do que escrever longas frases acerca desta afirmação, será preferível observar as histórias desenhadas de crianças, como as que foram feitas no Instituto de surdos-mudos de Saint Hiolyte du Fort.
Para as crianças surdas- e muitas vezes mudas - a história desenhada é, mais do que para todas as outras, uma linguagem total. Quaisquer que sejam nossas idéias pessoais,as nossas opiniões sobre a história desenhada,ela existe,agrada e faz parte do nosso mundo cotidiano.Os educadores julgam que basta lançar no cesto de papéis, essas revistas que as crianças transportam nas suas pastas ou guardam nas suas carteiras.
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